Consultoria

O Doclisboa preocupa-se com o futuro dos filmes e dos projectos que apresenta. Oferecemos momentos para o encontro de cineastas e produtores com especialistas de mercado, que podem aconselhá-los sobre festivais e estratégias de distribuição.

Consultores


Adam Cook (Canadá)
Programador e crítico de cinema. Assina colunas na Cinema Scope, The New York Times, Film Comment, Sight & Sound e Filmmaker Magazine. Trabalhou com os festivais internacionais de cinema de Toronto e de Vancouver e o Hot Docs. Curou retrospectivas para o Doclisboa, TIFF Cinematheque, Northwest Film Forum, Hot Docs Ted Rogers Cinema e Vancity Theatre. Orientou oficinas sobre cinema e crítica de cinema. Foi gestor de conteúdos da MUBI.


Agustina Costa Varsi (Volpe Films, Argentina)
Fundou a produtora Volpe Films em 2013 e produziu os filmes Algunas chicas (Festival de Cinema de Veneza, secção Horizontes, 2013), Il solengo (Melhor Filme no Doclisboa 2015) e Hija única. Foi recentemente nomeada directora do Buenos Aires Lab.


Cíntia Gil (Sheffield Doc/Fest, Reino Unido)
Entre 2012 e 2019, antes de entrar para o Doc/Fest, foi co-directora (e, mais tarde, directora) do Doclisboa, sendo responsável pela colaboração com o consórcio europeu Doc Alliance e pela criação do laboratório ibero-americano de desenvolvimento de projectos Arché. Membro da direcção da Apordoc desde 2015. Convidada regularmente para mesas redondas, conferências e júris em festivais como Berlinale, Mar del Plata, FIDMarseille e Dokufest, entre outros.


Emi Ueyama (ARTICLE Films, Japão)
Fundadora da ARTicle Films, um híbrido de agência de vendas internacional e produtora especializada em documentários japoneses independentes com sede em Tóquio. Enquanto produtora, destaca The Legacy of Frida Kahlo (2015), uma co-produção Japão-México exibida nos festivais de cinema globais como o Hot Docs e Festival Internacional de Guadalajara. Tem três documentários em pós-produção: Urayasu (Japão), Tokyo Kurds (Japão) and Origami (Japão).


Juliano Gomes (Brasil)
Formou-se em cinema e é mestre em tecnologias da estética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde pesquisou a obra de Jonas Mekas. Dedica-se à crítica de cinema (Revista Cinética) e de teatro. Lecciona na área da história do cinema e da crítica. Realizou várias curtas-metragens e, em 2019, concluiu a longa-metragem Aterro em parceria com Léo Bittencourt.


Kathy Brew (MoMA, EUA)
Videasta, artista e curadora. Curou o Doc Fortnight no MoMA entre 2017 e 2019. Foi co-directora do Festival de Cinema Margaret Mead, curadora do Festival de Vídeo de Nova Iorque do Centro Lincoln, directora da Thundergulch, iniciativa de artes com novos média, e assessora de curadoria da emissora WNET Nova Iorque. É igualmente uma cineasta galardoada cujo trabalho inclui documentário, trabalho experimental e produções para a televisão pública.


Luana Melgaço (Anavilhana, Brasil)
É brasileira e sócia da Anavilhana. Como produtora e produtora executiva, já participou em mais de 20 filmes, entre curtas e longas-metragens, com destaque para Girimunho (2010), Sopro (2012), A Cidade onde envelheço (2016), Enquanto estamos aqui (2019) e Breve historia del planeta verde (2019). Os seus filmes foram exibidos e premiados nos mais importantes festivais de cinema no Brasil e no mundo e lançados comercialmente em diversos países.


Luís Fernando Moura (Janela Internacional de Cinema, Brasil)
Curador e coordenador de programação do Janela Internacional de Cinema do Recife desde 2015. Colaborou com o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (2017-2019), o Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte (2018) e as mostras Brasil Distópico (2017) e L. A. Rebellion (2017-2019). Está a desenvolver uma tese de doutoramento em torno de curadoria e dissidência. Escreve sobre cinema e tem passagem por júris e comissões.


Madeleine Molyneaux (Picture Palace Pictures, EUA)
Madeleine Molyneaux é produtora criativa e curadora, vivendo em Nova Iorque e Los Angeles. A sua produtora, Picture Palace Pictures, fundada em 2004, trabalha de perto com artistas visuais, músicos e cineastas internacionais emergentes e consagrados, para desenvolver, produzir e representar filmes e trabalhos híbridos com imagem em movimento, difíceis de categorizar. Actualmente, desenvolve uma longa-metragem baseada na vida do poeta Charles Bukowski.


Mandy Marahimin (In-Docs, Tailândia)
Produtora de cinema indonésia que trabalha para a Tanakhir Films. A sua última longa-metragem documental, Semesta, estreou em sala e encontra-se agora na Netflix. Trabalha também como analista de investimentos para uma sociedade gestora de capital de risco que financia filmes e é directora interina da In-Docs, uma organização sem fins lucrativos cuja missão é expandir o ecossistema do cinema documental na Indonésia e no Sudeste Asiático.


María Vera (Kino Rebelde, Argentina / Portugal)
Produtora, distribuidora em festivais e agente comercial argentina. Fundadora da Kino Rebelde, companhia orientada para a distribuição criativa de não- ficção e narrativas híbridas. Os seus filmes foram seleccionados e premiados em festivais como Berlinale, Roterdão, Visions du Réel, Hotdocs, Doclisboa, Mar del Plata e Viennale.


Marianne Mayer-Beckh (El Otro Film, Chile)
Publicitária de profissão, produtora de cinema por paixão. Trabalhou na produção de mais de 18 projectos audiovisuais, incluindo La pasión de Michelangelo, Stefan v/s Kramer, The Future, Magic Magic, Dignity, Dry Martina, Los perros e Rara. Em 2017, criou a sua própria produtora, El Otro Film, estreando El Príncipe em Veneza e ganhando o Prémio Leão Queer 2019.


Michel Zongo (DIAM Production, Burquina Faso)
Nascido em 1974 em Koudougou, no Burquina Faso, estudou fotografia e produção de documentário. Trabalhou como operador de câmara na televisão e primeiro assistente de imagem na Cinédoc Films (França). Realizou, entre outros, Espoir voyage (2011), La Sirène de Faso Fani (2014) e Pas d’or pour Kalsaka. Além de realizador, foi director de fotografia de vários documentários, incluindo Bakoroman, de Simplice Herman Ganou (2010), que também produziu.


Mohamed Saïd Ouma (DocA – Documentary Africa, Kenya)
Cineasta e gestor de festivais, é actualmente director executivo do DocA – Documentary Africa, onde procura promover e fomentar laços pan-africanos, em especial no sector do documentário. Geriu o Festival Internacional de Cinema de África e das Ilhas (FIFAI) entre 2004 e 2015. Está envolvido no African Film Heritage Project, um programa que visa restaurar 50 filmes africanos de importância histórica, cultural e artística.


Muriel Perez (Ouaga Lab, Burquina Faso)
Tem um mestrado em gestão internacional de projectos e trabalhou para ONG internacionais no Brasil, França, Camarões e Costa do Marfim. Em 2015, fundou Manivane, uma empresa especializada em gestão de eventos relacionados com cinema e tradução de filmes, para trabalhar no desenvolvimento e produção do cinema na América Latina e em África, centrando-se em jovens cineastas independentes. Coordena o Ouaga Film Lab desde a primeira edição em 2016.


Pedro Pimenta (Ébano Multimedia, Moçambique)
Produtor e co-produtor de muitas curtas e longas-metragens de ficção e documentários em vários países de África. Co-fundador da produtora Ébano. Formador em projectos e eventos como África & Pinocchio, Ouaga Film Lab e DOCTV-CPLP. Fundador e director do Dockanema, Festival do Filme Documentário em Moçambique (2006-2012), director do Festival Internacional de Cinema de Durban (2015 e 2016) e fundador e director do Festival de Cinema de Joanesburgo.


Rada Šešić (Sérvia, Países Baixos)
Integra o comité de selecção do Festival de Amesterdão e é consultora de programação no Festival de Roterdão. Encabeça a competição de documentários do Festival de Saraievo e co-dirige o Docu Rough Cut Boutique. É professora no mestrado em cinema em Amesterdão e directora artística do Festival de Cinema Eastern Neighbours em Haia. Mentora de oficinas de documentário na Europa e na Ásia. Os seus filmes e instalações foram mostrados em mais de 60 festivais.


Richard Brouillete (Canadá)
Produtor, realizador, montador e programador de cinema que ganhou múltiplos prémios. Começou como crítico de cinema e fundou o centro Casa Obscura, gerido por artistas, onde ainda dirige um cineclube semanal. Os seus filmes incluem Trop c’est assez (1995), L’encerclement – La démocratie dans les rets du néolibéralisme (2008) e Oncle Bernard – L’anti-leçon d’économie (2015). Também produziu dez longa-metragens, nove das quais Documentários.


Selina Crammond (DOXA Documentary Film Festival, Canadá)
Directora de programação do Festival Internacional de Cinema DOXA, que é o maior festival de cinema do Oeste do Canadá e cuja missão é estimular uma melhor compreensão da complexidade do nosso tempo atraindo o público para o documentário enquanto forma de arte.


Shirin Naderi (Documentary and Experimental Film Centre, Irão)
Nascida em 1968 em Shemiran, no Irão, estudou realização cinematográfica na Universidade de Soureh. Trabalha na secção internacional da Sociedade Iraniana de Cinema Jovem desde 1996, fez parte do comité de selecção do Festival Internacional de Curtas-Metragens de Teerão, integra o comité de selecção e é responsável pela secção internacional do Cinema Vérité – Festival Internacional de Documentário (Irão) e gere o IranDoc Market.


Simplice Ganou (Burquina Faso)
Após tirar um mestrado em sociologia e uma licenciatura em artes e mediação cultural, o documentário pareceu-lhe ser uma ferramenta apropriada para reunir as suas paixões e fez um mestrado em realização documental na Universidade Gaston Berger de Saint-Louis, Senegal. Realizou vários filmes, tais como Bakoroman (2011), Le Koro du Bakoro, Les Naufragés du Faso (2017) e L’Inconnu (2019). Participou e foi premiado em vários festivais por todo o mundo.


Zsuzsanna Kiràly (Flaneur Films, Alemanha)
Estudou ciências da comunicação em Viena e Berlim. Trabalha com a Komplizen Film desde 2009. Em 2011, juntou-se à equipa editorial de Revolver, Zeitschrift für Film. Faz parte do comité de leitura de pré-selecção do Laboratório de Cinema de Turim desde 2013. Também vem produzindo filmes de ficção experimentais e documentários com a sua própria produtora, a Flaneur Films, desde 2015 (por exemplo Take What You Can Carry, de Matthew Porterfield).