{"id":24570,"date":"2021-10-30T19:18:39","date_gmt":"2021-10-30T19:18:39","guid":{"rendered":"https:\/\/doclisboa.org\/2021\/?p=24570"},"modified":"2021-11-02T20:57:41","modified_gmt":"2021-11-02T20:57:41","slug":"24570","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/doclisboa.org\/2021\/24570\/","title":{"rendered":"PR\u00c9MIOS 19\u00ba DOCLISBOA\u00a0"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Competi\u00e7\u00e3o Internacional<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Grande Pr\u00e9mio Cidade de Lisboa para Melhor Filme da Competi\u00e7\u00e3o Internacional<\/strong><br \/>\n<strong>918 Nights<\/strong>,\u00a0de Arantza Santesteban<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A directora constr\u00f3i um filme pessoal e pol\u00edtico, provocando e comovendo com a honestidade e a subtileza do seu olhar. A obra reflecte sobre a resist\u00eancia a diferentes sistemas de controlo sobrepostos e f\u00e1-lo propondo dial\u00e9cticas que questionam um entendimento redutor das formas de identidade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Canon do J\u00fari da Competi\u00e7\u00e3o Internacional<br \/>\nO Lugar Mais Seguro do Mundo<\/strong>,\u00a0de Aline Lata, Helena Wolfenson<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Existe um compromisso pol\u00edtico e social para com a comunidade e sobretudo para com o protagonista pelo cuidado com que se acompanha e denuncia a sua situa\u00e7\u00e3o ao longo de v\u00e1rios anos. A obra luta contra a indiferen\u00e7a do extractivismo humano e ambiental enquanto mostra a import\u00e2ncia de preservar os lugares naturais e emocionais.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Men\u00e7\u00e3o Honrosa\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Public Library<\/strong>,\u00a0de\u00a0Cl\u00e9ment Abbey<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Destacamos a capacidade do cineasta de encontrar as redes que ligam estranhos num lugar presumido como individualista. Public Library recorda-nos de re-imaginar o espa\u00e7o p\u00fablico, celebrando o quotidiano \u00edntimo de uma comunidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Competi\u00e7\u00f5es Portuguesa e de Curtas-Metragens<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio HBO Portugal para Melhor Filme da Competi\u00e7\u00e3o Portuguesa<\/strong><br \/>\n<strong>Distopia<\/strong>,\u00a0de Tiago Afonso<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O filme n\u00e3o se bate apenas contra a gentrifica\u00e7\u00e3o que transforma a cidade, mas tamb\u00e9m contra a gentrifica\u00e7\u00e3o das mentes, das imagens e da forma do cinema.<br \/>\nPor ter encontrado a dist\u00e2ncia justa para retratar a luta de uma comunidade pelos seus direitos, distinguimos unanimemente, Distopia, de Tiago Afonso, com o Pr\u00e9mio HBO Portugal para Melhor Filme da Competi\u00e7\u00e3o Portuguesa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Sociedade Portuguesa de Autores do J\u00fari da Competi\u00e7\u00e3o Portuguesa<\/strong><br \/>\n<strong>Meio Ano-Luz<\/strong>,\u00a0de\u00a0Leonardo Mouramateus<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pela simplicidade e subtileza narrativas com que o filme ilumina uma esquina lisboeta cheia de Hist\u00f3ria o j\u00fari decidiu atribuir em unanimidade\u00a0 o Pr\u00e9mio Sociedade Portuguesa de Autores a Meio Ano-Luz, de Leonardo Mouramateus.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Escolas ETIC para Melhor Filme da Competi\u00e7\u00e3o Portuguesa<\/strong><br \/>\n<strong>Distopia<\/strong>, de\u00a0Tiago Afonso<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Esta competi\u00e7\u00e3o foi uma viagem que come\u00e7ou com uma curta de um olhar \u00edntimo de rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e3e e filha e terminou numa carta, de pai para filha, que evoluiu e se transformou num retrato geracional sobre migra\u00e7\u00e3o. Foi uma escolha muito dif\u00edcil, entre curtas e longas, todas excelentes, cada uma com a sua vis\u00e3o \u00fanica e import\u00e2ncia social.<br \/>\nO filme que destacamos, nas pr\u00f3prias palavras do realizador, nasce no activismo e as suas imagens s\u00e3o consequ\u00eancia da ac\u00e7\u00e3o tomada. Um trabalho de v\u00e1rios anos que \u00e9 um retrato e uma cr\u00f3nica de sofrimento cont\u00ednuo e presente, causado pela gentrifica\u00e7\u00e3o da cidade do Porto, cujas imagens e estrutura levam a uma necessidade de ac\u00e7\u00e3o por todos o que o experienciam. \u00c9 por estas raz\u00f5es que decidimos entregar o Pr\u00e9mio Escolas ao Distopia do Tiago Afonso.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Competi\u00e7\u00e3o Transversal<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Revela\u00e7\u00e3o &#8211; Pr\u00e9mio Canais TVCine para Melhor Primeira Longa-Metragem (mais de 60\u2019) de uma selec\u00e7\u00e3o transversal a todas as sec\u00e7\u00f5es, excepto retrospectivas e Cinema de Urg\u00eancia<\/strong><br \/>\n<strong>You Are Ceausescu to Me<\/strong>,\u00a0de Sebastian Miha\u0306ilescu<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 tr\u00eas anos, vim ao Doclisboa e a Lisboa pela primeira vez num dos anos em que fui programadora convidada da Quinzena de Document\u00e1rios do MoMA. Nesse ano, descobri alguns filmes que inclu\u00ed no programa de Fevereiro de 2019. Um foi uma curta daqui, 24 Mem\u00f3rias por Segundo, onde aparecia o Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, onde arquivistas discutiam a forte liga\u00e7\u00e3o das pessoas com as m\u00e1quinas com que trabalham e preservam as imagens em movimento, onde se mant\u00eam vivos o patrim\u00f3nio cultural e a mem\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o entre esta ideia de os fotogramas cinematogr\u00e1ficos revelarem um momento espec\u00edfico da hist\u00f3ria \u2013 de quem somos, o que pens\u00e1mos e sentimos \u2013 e o nosso filme vencedor, You Are Ceausescu to Me. Neste document\u00e1rio experimental da Rom\u00e9nia, o realizador, Sebastian Miha\u0306ilescu, apresenta jovens actores contempor\u00e2neos romenos que encenam elementos da hist\u00f3ria do seu pa\u00eds dos quais podem nunca sequer ter ouvido falar, recriando cenas da vida de Nicolae Ceausescu, chefe de estado da Rom\u00e9nia de 1967 at\u00e9 \u00e0 sua execu\u00e7\u00e3o em 1989.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Entrecortado com os jovens a revezarem-se na interpreta\u00e7\u00e3o do papel de Ceausescu em diferentes cen\u00e1rios, o filme usa uma quantidade consider\u00e1vel de material de arquivo em montagens r\u00e1pidas de fotografias e v\u00e1rios documentos, dando aos espectadores mais algum contexto hist\u00f3rico das hist\u00f3rias representadas. Consider\u00e1mos este filme um modo muito inovador de juntar forma e narrativa e uma maneira original de apresentar esta mem\u00f3ria cultural romena espec\u00edfica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Men\u00e7\u00e3o Honrosa<\/strong><br \/>\n<strong>The Spark<\/strong>,\u00a0de Valeria Mazzucchi, Antoine Harari<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pelo ritmo e energia das sequ\u00eancias, pelas cenas de conflito policial, por nos sensibilizar para o tema crucial do ambiente e nos apresentar um caminho alternativo. Para mais aqui, em Lisboa, onde o problema da habita\u00e7\u00e3o \u00e9 um tema em voga. A men\u00e7\u00e3o honrosa \u00e9 para The Spark, de Valeria Mazzucchi e Antoine Harari.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Volvo para Melhor Curta-Metragem (at\u00e9 40\u2019) de uma selec\u00e7\u00e3o transversal a todas as sec\u00e7\u00f5es, excepto retrospectivas e Cinema de Urg\u00eancia<\/strong><br \/>\n<strong>Garga\u00fa,<\/strong>\u00a0de Bruno Ribeiro<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pelo uso de registros pessoais armazenados num telem\u00f3vel num tempo de tristezas e despedidas, este filme promove um reencontro de pessoas e lugares com os seus arquivos e caminhos atravessados por vacas, bicicletas e inventividade. Por esta raz\u00e3o\u00a0 o filme escolhido para o Pr\u00e9mio Volvo de Melhor Curta-metragem do Doclisboa 2021 \u00e9 Garga\u00fa de Bruno Ribeiro.<\/p>\n<p><strong>Men\u00e7\u00e3o Honrosa<\/strong><br \/>\n<strong>Avenuers (ep. 3)<\/strong>, de Roberto Santaguida<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um filme atemporal que n\u00e3o hierarquiza os temas e n\u00e3o reinventa a roda.<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mios Lugares de Trabalhos Seguros e Saud\u00e1veis &#8211; Pr\u00e9mio Ag\u00eancia Europeia para a Seguran\u00e7a no Trabalho para Melhor Longa-Metragem de Tem\u00e1tica Associada ao Trabalho de uma selec\u00e7\u00e3o transversal a todas as sec\u00e7\u00f5es, excepto retrospectivas e Cinema de Urg\u00eancia.<\/strong><br \/>\n<strong>Yoon<\/strong>,\u00a0de Pedro Figueiredo Neto, Ricardo Falc\u00e3o<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pela concentra\u00e7\u00e3o e confian\u00e7a em poucos elementos essenciais que nos falam de uma viagem em que a dist\u00e2ncia n\u00e3o pode ser vencida, mas apenas atravessada, o tempo se transforma num espa\u00e7o a preencher e o maior desafio \u00e9 n\u00e3o se perder na pr\u00f3pria mente; pela forma como d\u00e1 corpo a uma cren\u00e7a renovada no poder pol\u00edtico de um estilo conciso e el\u00edptico; pela sua valente tentativa cinematogr\u00e1fica de contar uma hist\u00f3ria que tantos v\u00eam vivendo e t\u00e3o poucos v\u00eam contando.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Funda\u00e7\u00e3o INATEL para Melhor Filme de Tem\u00e1tica Associada a Pr\u00e1ticas e Tradi\u00e7\u00f5es Culturais e ao Patrim\u00f3nio Imaterial da Humanidade, de uma selec\u00e7\u00e3o transversal a todas as sec\u00e7\u00f5es excepto retrospectivas e Cinema de Urg\u00eancia<\/strong><br \/>\n<strong>N\u016bh\u016b Y\u00e3g M\u016b Y\u00f5g H\u00e3m: Essa Terra \u00e9 Nossa!<\/strong>,\u00a0de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Cangu\u00e7u, Roberto Romero<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Um filme em cont\u00ednuo, como s\u00e3o os abusos que continuam a contar, hoje, a mesma hist\u00f3ria de h\u00e1 500 anos: uma hist\u00f3ria de ocupa\u00e7\u00e3o e de exterm\u00ednio. Uma viagem pelo territ\u00f3rio para a reconstru\u00e7\u00e3o de uma cartografia que um povo luta por n\u00e3o deixar desaparecer da sua mem\u00f3ria colectiva. N\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios artif\u00edcios. \u00c0 c\u00e2mara basta a realidade que se atravessa \u00e0 sua frente. A de uma guerra em curso, desigual e sem fim \u00e0 vista, denunciada neste filme de resist\u00eancia em que os protagonistas reivindicam o direito a contar a sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, na sua l\u00edngua: a l\u00edngua do povo tikm\u0169&#8217;\u0169n. \u201cEssa terra \u00e9 nossa!\u201d, repetem neste filme que se imp\u00f5e tanto enquanto gesto pol\u00edtico como art\u00edstico. N\u016bh\u016b Y\u00e3g M\u016b Y\u00f5g H\u00e3m: Essa Terra \u00e9 Nossa!, de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Cangu\u00e7u e Roberto Romero.<span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Fernando Lopes &#8211; Pr\u00e9mio Midas Filmes e Doclisboa para Melhor Primeiro Filme Portugu\u00eas<\/strong><br \/>\n<strong>Sounds of Weariness<\/strong>, de Taymour Boulos<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O pr\u00e9mio distingue um filme de cariz experimental que reflecte uma atitude criativa arriscada e original no tratamento de imagens e sons. Ao mesmo tempo, esse trabalho experimental n\u00e3o exclui, antes intensifica, uma vibra\u00e7\u00e3o humana que transporta emo\u00e7\u00f5es muito particulares, capazes de envolver o espectador.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio do P\u00fablico- Pr\u00e9mio Jornal P\u00fablico para Melhor Filme Portugu\u00eas Transversal a Competi\u00e7\u00f5es, Riscos, Heart Beat e Da Terra \u00e0 Lua\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Alcindo<\/strong>,\u00a0de\u00a0Miguel Dores<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Competi\u00e7\u00e3o Verdes Anos<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio ADU para Melhor Filme dos Verdes Anos<\/strong><br \/>\n<strong>Late August<\/strong>,\u00a0de Federico Cammarata, Filippo Foscarini<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Pr\u00e9mio para Melhor Filme dos Verdes Anos \u00e9 para Late August, pela observa\u00e7\u00e3o paciente da natureza na Sic\u00edlia a n\u00edvel da imagem e do som. Os autores deixam o p\u00fablico com imagens fortes, ora belas, ora perturbadoras. O filme abre discuss\u00f5es sobre a rela\u00e7\u00e3o entre os realizadores e as pessoas, animais e natureza que os rodeiam, n\u00e3o s\u00f3 causando impress\u00f5es est\u00e9ticas, mas tamb\u00e9m levantando quest\u00f5es \u00e9ticas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Especial Irmalucia do J\u00fari Verdes Anos<\/strong><br \/>\n<strong>In Spite of Ourselves<\/strong>,\u00a0de Olatz Ovejero, Clara L\u00f3pez, Aurora B\u00e1ez and Sebasti\u00e1n Ram\u00edrez<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Pr\u00e9mio Especial Irmalucia do J\u00fari Verdes Anos \u00e9 para um filme ousado mas paciente, que mistura cinema directo, imagens cuidadosamente compostas e materiais de arquivo de forma harmoniosa. Aquilo que mais apreci\u00e1mos foi a coer\u00eancia do filme e a inspira\u00e7\u00e3o dos realizadores para abordar um tema actual de forma subtil e convincente. O pr\u00e9mio \u00e9 para In Spite of Ourselves.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Pedro Fortes para Melhor Filme Portugu\u00eas nos Verdes Anos,<\/strong><br \/>\n<strong>Meia-Luz<\/strong>,\u00a0de Maria Patr\u00e3o<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O pr\u00e9mio Pedro Fortes para Melhor Filme Portugu\u00eas nos Verdes Anos vai para Meia-Luz, de Maria Patr\u00e3o, um filme inspirado pelas imagens que ela descobriu na escola de cinema de Jaime, o primeiro filme de Ant\u00f3nio Reis. Apreciamos neste filme um olhar atento sobre o cinema de Ant\u00f3nio Reis, mas sobretudo sobre o cinema em si, atrav\u00e9s da aparente simplicidade com que nos mostra as imagens e os sons, os sil\u00eancios e a luz, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Men\u00e7\u00e3o honrosa do Pr\u00e9mio Pedro Fortes para Melhor Filme Portugu\u00eas nos Verdes Anos<\/strong><br \/>\n<strong>Fora da Bou\u00e7a<\/strong>,\u00a0de M\u00e1rio Veloso<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Fora da Bou\u00e7a apresenta uma can\u00e7\u00e3o de forma po\u00e9tica e ao mesmo tempo faz-nos pensar sobre o modo como a mem\u00f3ria configura as nossas mentes.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mios Arch\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio RTP para Melhor Projecto em Fase de Montagem ou Primeiro Corte<\/strong><br \/>\n<strong>Under the Flags, the Sun<\/strong>,\u00a0de Juan Jos\u00e9 Pereira<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O j\u00fari decidiu atribuir o Pr\u00e9mio RTP de acordo com a fase actual de produ\u00e7\u00e3o dos projectos ap\u00f3s dialogar com a direc\u00e7\u00e3o do Festival. Depois de uma avalia\u00e7\u00e3o cuidada e de encontros com os realizadores, concord\u00e1mos que este projecto se encontra numa fase suficientemente avan\u00e7ada para receber o Pr\u00e9mio para Melhor Projecto em Fase de Montagem ou Primeiro Corte. Trata-se de um projecto entusiasmante, que ajuda a explicar uma parte pouco conhecida, mas muito importante da hist\u00f3ria, analisando material de arquivo raro e dif\u00edcil de encontrar. Al\u00e9m disso, incorpora de forma criativa a pr\u00f3pria indisponibilidade de muitas destas filmagens na pr\u00f3pria hist\u00f3ria, questionando a fiabilidade de relatos hist\u00f3ricos e da mem\u00f3ria. O Pr\u00e9mio RTP \u00e9 para Under the Flags, the Sun, de Juan Jos\u00e9 Pereira (Paraguai, Argentina).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio McFly &#8211; Pr\u00e9mio Especial do J\u00fari Arch\u00e9 para um Projecto em Fase de Montagem ou Primeiro Corte\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Handycam<\/strong>,\u00a0de\u00a0Francisco Bouzas<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Pr\u00e9mio McFly \u00e9 para um projecto ousado e poderoso, que muito literalmente d\u00e1 voz aos marginalizados e invis\u00edveis, aos incompreendidos e negligenciados. As duas personagens maravilhosas do filme t\u00eam a oportunidade de se representarem \u2013 e \u00e0s suas comunidades e redondezas \u2013 nos seus pr\u00f3prios termos e o espectador tem a oportunidade de reflectir sobre o papel e a import\u00e2ncia das imagens em movimento no tempo presente de uma perspectiva raramente explorada. O Pr\u00e9mio McFly \u00e9 para Handycam, de Francisco Bouzas (Argentina).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Selina para Melhor Projecto em Fase de Escrita ou Desenvolvimento<\/strong><br \/>\n<strong>BEA VII<\/strong>,\u00a0de Natalia Garayalde<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Pr\u00e9mio Selina \u00e9 para um projecto de uma for\u00e7a rara e profunda sobre uma personagem que \u00e9 arrancada do seu ambiente natural e acaba do outro lado do mundo num momento muito espec\u00edfico da hist\u00f3ria. Conjugando um testemunho na primeira pessoa (oriundo de material de arquivo) com entrevistas, conta uma hist\u00f3ria complexa em que o pessoal, o pol\u00edtico e o hist\u00f3rico est\u00e3o indissociavelmente entrela\u00e7ados: BEA VII, de Natalia Garayalde (Argentina).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Pr\u00e9mio Escola das Artes Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa Especial do J\u00fari Arch\u00e9 para Melhor Projecto em Fase de Escrita e Desenvolvimento<\/strong><br \/>\n<strong>As Mulheres do Pau-Brasil<\/strong>, de\u00a0Thais de Almeida Prado<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Pr\u00e9mio Especial do J\u00fari Arch\u00e9 para um Projecto em Fase de Escrita ou Desenvolvimento \u00e9 para um projecto divertido que aborda quest\u00f5es s\u00e9rias com muito cora\u00e7\u00e3o e alma. Emprega m\u00e9todos n\u00e3o convencionais para explorar hist\u00f3rias bastante pessoais, mas com que nos podemos relacionar, centradas em quest\u00f5es actuais como identidade de g\u00e9nero, orienta\u00e7\u00e3o sexual e respectiva representa\u00e7\u00e3o num contexto muito espec\u00edfico, o que apenas sublinha a sua universalidade. O Pr\u00e9mio Escola das Artes, Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa \u00e9 para As Mulheres do Pau-Brasil, de Thais de Almeida Prado (Brasil).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Men\u00e7\u00e3o Especial<\/strong><br \/>\n<strong>Orlando Furioso<\/strong>,\u00a0de Rafael Ramirez<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O j\u00fari decidiu entregar uma men\u00e7\u00e3o especial, de modo a dar visibilidade e colocar no mapa um cineasta de uma imagina\u00e7\u00e3o extrema, cuja hist\u00f3ria familiar \u00e9 intrinsecamente cinematogr\u00e1fica e gostar\u00edamos muito de ver no grande ecr\u00e3. Temos a certeza de que os contrastes e especificidades apaixonantes desta narrativa, associados \u00e0 perspic\u00e1cia e talento do realizador, resultar\u00e3o numa experi\u00eancia de visionamento original e gratificante. A men\u00e7\u00e3o especial \u00e9 para Orlando Furioso, de Rafael Ramirez (Cuba, Equador).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>Pr\u00e9mios Nebulae<\/strong><\/p>\n<div class=\"gmail_default\"><b>Pr\u00e9mio DAE de Est\u00edmulo ao Talento<\/b><\/div>\n<div class=\"gmail_default\">Be Realistic, Demand the Impossible<\/div>\n<div class=\"gmail_default\">de\u00ab Vanja Juranic<\/div>\n<div class=\"gmail_default\">Produ\u00e7\u00e3o: Vanja Jambrovic, Tibor Keser \u2013 Restart (Cro\u00e1cia)<\/div>\n<div class=\"gmail_default\"><\/div>\n<div class=\"gmail_default\"><b>Pr\u00e9mio Pitch the Doc\u00a0<\/b><\/div>\n<div class=\"gmail_default\">Underground Top Charts<\/div>\n<div class=\"gmail_default\">de Lidija \u0160pegar<\/div>\n<div class=\"gmail_default\">Produ\u00e7\u00e3o: Nenad Puhovski, Factum (Cro\u00e1cia)<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Competi\u00e7\u00e3o Internacional &nbsp; Grande Pr\u00e9mio Cidade de Lisboa para Melhor Filme da Competi\u00e7\u00e3o Internacional 918 Nights,\u00a0de Arantza Santesteban A directora constr\u00f3i um filme pessoal e pol\u00edtico, provocando e comovendo com a honestidade e a subtileza do seu olhar. 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