Inspirado pelo existencialismo do pensador dinamarquês Søren Kierkegaard, Reichenbach constrói um filme que explora a relação de quatro personagens com a vida e a morte. Professor desempregado, Fernando vive à custa de Rita, operária têxtil. Um dia, fazem um piquenique com um casal de amigos, o machista e reaccionário Luís Carlos e a inexperiente Lilita. O encontro leva a uma espiral de conflitos e jogos sexuais. Em Amor, Palavra Prostituta, Reichenbach utiliza o erótico para “atingir com estas imagens os limites que separam o repulsivo do terno, a agressão do toque e a indiferença do afeto.”
Retrospectiva Carlos Reichenbach
Amor, Palavra Prostituta
Amor, Palavra Prostituta
Carlos Reichenbach
1982
/Brasil
/95’