“Voltámos à Guiné-Bissau para investigar as condições dos estudantes nas escolas da guerrilha nos mangues. Em vez disso, rapidamente nos tornámos nós próprios os alunos e a primeira lição era como andar. Se se caminhar direito, colocando primeiro o calcanhar no chão, imediatamente se escorrega e cai nas represas dos campos de arroz alagados ou se fica preso na lama dos mangues. É preciso baixar o corpo, flectir os joelhos, enfiar os dedos verticalmente na lama e estender os braços para diante num movimento consciente e presente. Na escola do mangue, é o corpo todo que aprende.” Filipa César
A realizadora Filipa César estará presente na primeira sessão.