“Tudo começa com um sonho onde contava à minha mãe que partiria em busca das crianças que vieram ao mundo pelas mãos da minha avó paterna. Sem saber ler ou escrever, ela foi parteira e curandeira por mais de quarenta anos no sertão profundo da Bahia. Chamava-se Aurora. Não a conheci. De um encontro a outro, com os vivos e os mortos, o filme segue o seu rasto, confrontando a violência estrutural de género e racial, presente na formação histórica do Brasil.” — João Vieira Torres
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