Um artista e escritor, um DJ e tradutor, uma artista musical, um escritor e um organizador analisam uma cartografia de contestação, crise, ajuda humanitária e mútua, mão-de-obra migrante e o estatuto de forasteiro dos palestinianos. Pontuado pela falecida Primavera Árabe, as revoltas do movimento Black Lives Matter de 2020 e a explosão no porto de Beirute, o filme move-se por entre constantes trans-históricas—da raiva e luto à espontaneidade e sentimento de estar sitiado—impulsionado pelo discurso e pelos actos dos seus intérpretes.
O realizador Bassem Saad estará presente na primeira sessão.