Goruden Awa

André Santos Martins

O sol eternamente poente em Tóquio e Taro deixa a cidade. Na hora escura, ao longe, caminha sem chegar. Por aldeias, campos e florestas do deserto noturno, o telemóvel ilumina-lhe o caminho à medida que o vaguear se torna enredo e a paisagem espaço de projeção.

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