My Father, My Mother
Ang tatay kong nanay
Lino Brocka
1978
Philippines
118’
Coring, um esteticista homossexual, cria um bebé abandonado como se fosse seu. O paradoxo central do filme surge cedo: ao tentar proteger o rapaz de um mundo que considera uma patologia ser queer, Coring controla-se de tal forma que se torna um agente desse mundo dentro da sua própria casa. Os tribunais podem dar razão à biologia heterossexual, mas as crianças preferem quem quer que venha para casa. Brocka trabalha dentro das convenções do cinema comercial – risos efusivos, personagens reconhecíveis – e, discretamente, corrói as suas fundações.