Ficaram Tantas Histórias por Contar

Programação a apresentar em breve nas sala.

Data a anunciar em breve / 57’

Que passados persistem no granito dos monumentos? Com que imagens podemos manter presentes as revoluções do passado? Que violências permanecem nos rituais reinventados? Quantas possibilidades e formas tem a resistência? Quatro filmes que nos impelem a re-imaginar relações com o passado e com a história, o potencial revolucionário da memória colectiva.

Data a anunciar em breve / 92’

Quando o cinema vira a câmara para si mesmo. Christophe Derouet constrói um retrato pessoal e parcial de André S. Labarthe, o cineasta e crítico que criou a série Cinéastes de notre temps, falecido em 2018. Nessa mesma série, descobrimos ainda Jean-François Stévenin como cineasta e a história do filme que não chegou a realizar.

Data a anunciar em breve / 72’

Passada numa Viena oprimida social e economicamente do início dos anos 30 e no advento do nazismo, esta peça é a história da luta de uma jovem para conseguir sobreviver na cidade, vitima de um joguete de forças que fogem ao seu controlo. Em fuga ao nazismo, Ödön von Horváth escreveu esta peça em 1932, seis anos antes da sua morte, em Paris, aos 38 anos. Os protagonistas são, entre outros, Luísa Cruz, José Airosa, Márcia Breia, Marcantonio Del Carlo e Luís Mascarenhas.

Data a anunciar em breve / 260’

O filme tece uma trama densa de enredos, cronologias e localizações entremeados com cosmologias indígenas, diários de viagem e escritos antropológicos. Acompanha um jovem de origem indígena em viagem rio acima através da selva brasileira a caminho de uma aldeia e um grupo de colonos europeus também em viagem rio acima, recolhendo, tomando posse e procurando uma posição de onde sondar a floresta e o rio. As duas narrativas distam cerca de 150 anos. Um tributo à vegetação abundante da região amazónica, aos bosques da Nova Inglaterra no Inverno e às populações indígenas das duas Américas.

Data a anunciar em breve / 93’

Um filme sobre o modo como o império português e a sua história foram imaginados, documentados e publicitados a partir do registo fotográfico, desde o final do século XIX até à revolução que, em 1974, pôs fim ao regime político autoritário que governava Portugal.